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Mostrando postagens de julho, 2021

não sei sobre o que escrever, então vou apenas depositar umas saudades.

 sei que tu és bem, bem mais racional que eu (e fez questão de deixar isso claro na última vez que nos vimos), mas realmente penso em ti como o grande amor que eu tive em minha vida. Sinto que tu nunca vai me dar uma segunda chance, mesmo com o passar do tempo, mas ainda sim tenho vontade de chegar no seu privado e dizer que vou te esperar, até tu se sentir pronta a aceitar sair comigo por uma segunda-primeira vez. Quero de novo cantar contigo músicas velhas no meu box, ver teus cabelos pelo meu quarto, e ter o cheiro de johnson's baby em mim toda vez que tu vai embora. Os pequenos detalhes são as coisas que mais doem na saudade, rs. 

Efeitos colaterais

        Bom, é estranho. Nunca havia passado pela experiência de perder a vontade de me alimentar. Ainda sinto fome, mas simplesmente não quero comer. Mas, ando comendo pelo menos 1 vez por dia, para não preocupar tanto os meus pais. Minha mãe está sempre vindo checar como estou, mas eu disfarço e continuo aqui nesse meu mundo, rs. Felizmente a higiene eu não consigo abandonar, então me forço a tomar banho, escovar os dentes, etc. Não falo com nenhum dos meus amigos desde que te contei sobre o que rolou, pois não consigo. Tô com vergonha de mim mesmo, e até mesmo enojado. O espelho que eu tanto adorava me olhar, está virado para a parede. E não vejo previsão para desvira-lo. 

O primeiro dia sem ti realmente está bem difícil.

       Ontem e hoje, foram dias bem tristes. Sinto bastante a sua falta, e isso tá se mostrando nas mínimas coisas que tenho tentado fazer para me distrair. Ontem, por exemplo, vi um documentário sobre como interpretar Andy Kaufman, um apresentador de TV dos anos 70, deixou Jim Carey fora de si a ponto de ele precisar, após o fim do filme, se entender novamente como ele mesmo. É fascinante, porque o documentário mostra, como até mesmo a família e amigos de Andy, que estiveram presentes no set e no filme, se afeiçoaram pela incorporação de Jim, virando algo até mesmo emocional e estressante, pela saudade dos mesmos por Andy, ou por como também era difícil conviver com ele. O Jim nesse documentário também é cativante, porque hoje ele, mais maduro, olha pra si mesmo, pro que passou, pro que entende de si agora, e nos permite entender um pouco da sua clareza atual consigo e com o mundo que está. É bem legal, e eu queria estar podendo falar isso pra ti. É só o que me vinh...