Ontem e hoje, foram dias bem tristes. Sinto bastante a sua falta, e isso tá se mostrando nas mínimas coisas que tenho tentado fazer para me distrair. Ontem, por exemplo, vi um documentário sobre como interpretar Andy Kaufman, um apresentador de TV dos anos 70, deixou Jim Carey fora de si a ponto de ele precisar, após o fim do filme, se entender novamente como ele mesmo. É fascinante, porque o documentário mostra, como até mesmo a família e amigos de Andy, que estiveram presentes no set e no filme, se afeiçoaram pela incorporação de Jim, virando algo até mesmo emocional e estressante, pela saudade dos mesmos por Andy, ou por como também era difícil conviver com ele. O Jim nesse documentário também é cativante, porque hoje ele, mais maduro, olha pra si mesmo, pro que passou, pro que entende de si agora, e nos permite entender um pouco da sua clareza atual consigo e com o mundo que está. É bem legal, e eu queria estar podendo falar isso pra ti. É só o que me vinh...